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terça-feira, 3 de abril de 2012

A pedido de divulgação 2

Estes dias já divulguei um pedido do maridão, meio “político”, mas sem entrar em debates, pois quero sempre passar mensagens boas.
Mas hoje recebi outro cafuné... e daquele mais gostoso ainda pois ele traz a tona a nossa cultura, daí a saudade aperta e enquanto o cafuné vai sendo feito a mente vai sobrevoando nossos pampas, nossa capital, nossa serra...
Estou fazendo um  “Ctrl-C / Ctrl-V” da minha amiga de infância, que eu amo muito, que tem dois filhos lindos, que sofre do mal da saudade da terra... e dona do Blog hiper lindo e badalado: http://www.costurinhasdadani.blogspot.com/

Então meus Tchês... boa leitura! Eu vou esquentar uma água, pois esse post deu uma vontade de um chimarrão!



Olha que lindo, "gosti". Marido que descobriu. 

Pê, acho que dá uma postagem linda. 

Beijos para todas

Dani


A origem do Tchê!
Há quem goze do uso do termo “TCHÊ” e ache até chulo-grosseiro este
linguajar. Mas, se soubessem a sua origem, mudariam de opinião.
Sotaques e regionalismos na hora de falar são conhecidos desde tempos
imemoriais: Todos na casa do sumo sacerdote reconheceram Pedro como
discípulo de Jesus pelo seu jeito "Galileu" de se expressar.
No Brasil não seria diferente. Quem já não ouviu um gaúcho dizer:
"Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "Bah, Tchê"?
Essa expressão, própria do sul, tem um significado muito curioso. Para
conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, de quem os gaúchos
herdaram o "Tchê".
Antigamente, o fervor religioso imposto pela igreja católica era muito
grande, notadamente entre a população mais simples. Associe-se a isso o
fato da língua oficial dela e dos cultos, ser o latim.
A linguagem falada no dia-a-dia era dominada por expressões religiosas
como: "vá com Deus", "queira Deus que isso aconteça", "juro pelo céu que
estou falando a verdade" e assim por diante.
Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições
também religiosas como: "Ô criatura de Deus, por que você fez isso"? Ou
"menino do céu, onde você pensa que vai"? Muita gente especialmente no
interior ainda fala desse jeito.
Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de
exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (Tchê) que é a abreviatura da
palavra caelestis (se lê tchelestis) e significa “do céu”. Usavam essa
expressão para expressar espanto, admiração, susto.
Era uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco. Mas também se serviam
dela para chamar pessoas ou animais.
Como palavra integrante da cultura espanhola, o tchê passou a ser usado
também nas colônias latino-americanas, ou seja, pelos gaúchos originais
(vaqueiros do pampa argentino, uruguaio e do Rio Grande do Sul). Estes
últimos, embora falassem português, acabaram incorporando o termo ao seu
linguajar.
Exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo alguém "do
céu". Que bom seria se todos nos tratássemos assim, considerando uns aos
outros como gente “do céu”.
Um abraço, Tchê!

2 comentários:

cantinho de Jake croche disse...

Lindo amiga!!!
Imagino o quanto tens saudades do nosso único e querido Rio Grande do Sul.
Mas nosso coração está contigo e cada chimarrão tomado,vem tua lembrança em meu coração!

Costurinhas da Dani disse...

Amo você, tchê!
Beijos tão saudosos...
Brigadin pelos elogios:)