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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Tuiter?!?!?!



A primeira vez foi vergonhoso. Mas eu confesso, aliás, como diria meu pai “Minha filha não tem muita noção: fala o que pensa!”
Foi assim que coloquei:
Ok! Morram de rir! Nem me importo.
Daí perguntei pro maridão: “Amor como se escreve ‘tuiter’?” e ele me soletrou: T-W-I-T-T-E-R Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh boooooooooooooooom! Ok!
Primeiro acessei pela conta dele. Sim, meu marido tem twitter, mas por um motivo útil: seguir tudo aquilo que diz respeito ao mundo do trabalho dele. Daí eu entrei e comecei a acessar.
Acho que não deu muito certo... sei lá! Pela primeira vez achei que estaria “invadindo” a privacidade dele com “bobagens”. Imagina, ele fez o perfil para poder acessar coisas importantes do trabalho, aí chega eu lá e quero acessar... hum... sei lá! Algum programa de TV... super fútil! Ele não merecia.
Resolvi criar o meu hoje.
Criei!

“E agora José?!”
O que eu faço!?!?!?!
O que é #?!?!?!
Como encontro as pessoas?!?!!?!
Não tem “comunidade”?!?!?!!
E grupos?!?!
Como identificar pessoas que gostam do mesmo que eu?!?!!
Essa coisa vicia?! Por que ninguém me avisou?!
Alguém me ajuda?!

Pra quem não sabe, ilustrem a quarta-feira de vocês:

JOSÉ
(Carlos Drummond de Andrade)
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio, - e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse,
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse....
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja do galope,
você marcha, José!
José, para onde?

3 comentários:

Sabrina disse...

I'm following you! Beijometwitta.

cantinho de Jake croche disse...

OI amiga!!!
Então tu criou o teu próprio twitter...legal!!!
A Ké tem o dela,vou pedir pra ela mandar o dela pra vcs se seguirem.Ah e vou fazer o meu tb...hahaha...eu uso o dela.

Anônimo disse...

HAHAHHAHAA SÓ TU MESMO PÊ.
ADOREI...BEIJAO LINDA TE ADORO!

NÊ...